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  • Graduao em Engenharia Eltrica

    FUNDAMENTOS DE SISTEMAS ELTRICOS DE POTNCIA

    CDIGO DA DISCIPLINA: ENE087

    PROF. JOO ALBERTO PASSOS FILHO

    Aula Nmero: 02

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

    2015/02

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Ementa do Curso

    1) Introduo aos Sistemas Eltricos de Potncia

    2) Relaes entre Tenses e Correntes em Linhas de Transmisso

    3) Introduo aos Parmetros de Linhas de Transmisso

    4) Anlise de Curto-Circuito

    5) Tratamento Matricial de Redes

    6) Clculo Matricial de Curto-Circuito

    7) Introduo a Anlise de Redes

    8) Mtodos de Soluo de Fluxo de Potncia

    9) Fluxo de Potncia Linearizado 2

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Sistema Eltrico de Potncia

    Esquema simplificado de um sistema de potncia

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Sistemas Eltricos de Potncia

    Conceitos bsicos

    Por modelo entende-se uma representao atravs de circuitos

    equivalentes e/ou equaes matemticas

    4

    Sistema Real

    Modelos

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Sistema Eltrico de Potncia

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

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    Caractersticas do Sistema Eltrico Brasileiro

    Sistema Interligado

    Nacional (SIN)

    Prximos dos centros de consumo

    Sistema hidrotrmico com predominncia de gerao hidreltrica

    Normalmente Afastados dos

    centros de consumo

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Caractersticas do Sistema Eltrico Brasileiro

    7

    Jacui

    Porto Alegre

    Florianpolis

    Curitiba

    So Paulo

    Rio de Janeiro

    Paraba do Sul

    Uruguai

    Vitria

    Belo Horizonte

    Itaipu

    Grande

    Paranaba

    Paran/Tiet

    Campo Grande

    Iguau

    Tocantins

    Belm

    So Francisco

    Parnaba

    So Lus

    Teresina

    Fortaleza

    Natal

    Recife

    Macei

    Aracaj

    Salvador Cuiab

    Goinia

    Braslia

    Paranapanema

    Argentina

    Cap. Instalada = 88 533 MW

    Hidroeltrica = 68 896 MW 77.8 %

    Trmica = 17 630 MW 19.9 %

    Nuclear = 2 007 MW 2.3 %

    Unid. consum. = 54.9 milhes

    Produo = 398.3 TWh/ano

    Demanda mx. = 60 918 MW

    LT Rede bsica = 84 129 km

    Fonte: MME/ANEEL (Maio/2005)

    Gerao 85% Setor pblico

    15% Setor privado

    Transmisso 26 conces. (15 privadas)

    Distribuio 64 concesses

    80% setor privado

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Sistema Interligado Nacional - SIN

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Caractersticas do Sistema Eltrico Brasileiro

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Caractersticas do Sistema Eltrico Brasileiro

    O Sistema Interligado Nacional (SIN) um dos maiores

    sistemas do mundo com caractersticas nicas

    Vantagens dos sistemas interligados

    Socorro mtuo entre reas

    Otimizao dos recursos energticos

    Menor custo de operao do sistema

    Desvantagens dos sistemas interligados

    Operao mais complexa

    Necessidade de um sistema de transmisso robusto e de grande porte

    Risco de propagao de defeitos pela rede 10

  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Sistema Interligado Nacional - SIN

    Evoluo da capacidade instalada hidrotrmica do SIN

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    Caractersticas do Sistema Eltrico Brasileiro

    Evoluo da carga de energia eltrica no SIN

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    Caractersticas do Sistema Eltrico Brasileiro

    Capacidade instalada por tipo de fonte

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    Sistema Interligado Nacional - SIN

    Participao regional na capacidade instalada do SIN

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    Sistema Interligado Nacional - SIN

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Receita Anual Permitida

    A Receita Anual Permitida (RAP) a remunerao que as

    transmissoras recebem para disponibilizar o sistema ao

    Operador Nacional do Sistema Eltrico (ONS) e prestar o

    servio pblico de transmisso aos usurios

    Seu valor, para as transmissoras decorrentes de licitao,

    aquele obtido como resultado do leilo de transmisso e

    pago s transmissoras a partir da entrada em operao

    comercial de suas instalaes, com reviso a cada cinco

    anos, nos termos do contrato de concesso

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    gustavoHighlight

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    Receita Anual Permitida

    O reajuste anual da RAP das transmissoras realizado da

    seguinte forma:

    Para as transmissoras que celebraram contrato de concesso at

    2006, a RAP atualizada com base no ndice Geral de Preos do

    Mercado (IGP-M) da Fundao Getlio Vargas (FGV);

    Para as transmissoras que celebraram contrato de concesso

    assinados a partir de 2006, a RAP atualizada com base no ndice de

    Preos ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de

    Geografia e Estatstica (IBGE).

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    Qualidade da Transmisso

    As concessionrias de transmisso de energia eltrica tm a qualidade do servio aferida por meio de indicadores

    associados disponibilidade do sistema de transmisso

    A Resoluo Normativa ANEEL n 270/2007 define os seguintes indicadores que permitem aferir o desempenho das

    concessionrias de transmisso:

    Parcela Varivel PV: a parcela a ser deduzida da receita da transmissora em funo da no prestao adequada do servio pblico

    de transmisso;

    Adicional RAP: o valor a ser adicionado receita anual da transmissora que apresenta desempenho excelente, com recursos

    provenientes exclusivamente da Parcela Varivel, deduzida das

    transmissoras.

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    Sistema Interligado Nacional - SIN

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    Sistema Interligado Nacional - SIN

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    Sistema Interligado Nacional - SIN

    Evoluo da capacidade de armazenamento do SIN

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Sistema Interligado Nacional - SIN

    Comparao entre demanda mxima coincidente e no

    coincidente

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Caractersticas do SEB

    Comparao com a Europa

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    A Estrutura Institucional do SEB

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    Anlise de Redes Viso Geral

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Anlise de Redes Viso Geral

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  • Curso de Fundamentos de SEP ENE087 Aula Nmero: 02 PROF. JOO A. PASSOS FILHO Perodo: 2016/01

    Anlise de Redes Viso Geral

    De onde vem a energia eltrica?

    Depende do instante de tempo considerado

    Sero considerados intervalos tpicos com fenmenos

    distintos em cada intervalo. claro que na prtica estes

    eventos ocorrem de maneira contnua, havendo em geral um

    certo grau de superposio entre as vrias fases

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    Anlise de Redes Viso Geral

    Transitrio Eletromagntico (10-3 s)

    Nesta faixa de tempo, a energia eltrica suprida carga adicional vem do prprio circuito eltrico prximo carga

    Este efeito pode ser perceptvel ou no, dependendo do tamanho da carga

    Nesta faixa de tempo, pode-se dizer que a nova carga toma parte da energia armazenada no circuito adjacente

    Transitrio Eletromecnico (10-1 s)

    Aps o impacto inicial, h uma resposta mecnica do sistema. A energia adicional passa a ser provida pelos rotores dos geradores (e turbinas) que

    funcionam como volantes armazenadores de energia cintica